Um estudo do Instituto de Saúde Pública da Universidade do Porto (ISPUP), que envolveu mais de 2.900 crianças, concluiu que aquelas que são provenientes de contextos socioeconómicos desfavorecidos apresentam, aos sete e 10 anos, alterações biológicas menos favoráveis. O ISPUP avança que o estudo, publicado na revista Preventive Medicine, pretendia avaliar se…
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