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	<title>My Obesidade</title>
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	<description>Plataforma multimédia dirigida à comunidade médica da área da obesidade e outros profissionais de saúde envolvidos no tratamento das doenças do foro neurológico.</description>
	<lastBuildDate>Tue, 22 Sep 2026 10:03:11 +0000</lastBuildDate>
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	<title>My Obesidade</title>
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		<title>Cérebro humano é composto por dois sistemas nervosos distintos, com implicações no estudo da obesidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alice Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Sep 2026 10:03:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um estudo liderado por investigadores da Escola de Medicina da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, identificou dois sistemas nervosos distintos na origem do cérebro, uma descoberta que poderá contribuir para compreender melhor os mecanismos envolvidos na obesidade e no controlo da fome. Publicado na Nature Neuroscience, o trabalho demonstrou que o rombencéfalo, associado a [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Um estudo liderado por investigadores da Escola de Medicina da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, identificou dois sistemas nervosos distintos na origem do cérebro, uma descoberta que poderá contribuir para compreender melhor os mecanismos envolvidos na obesidade e no controlo da fome.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Publicado na <em>Nature Neuroscience</em>, o trabalho demonstrou que o rombencéfalo, associado a funções como a respiração, a frequência cardíaca e o sono, segue um percurso de desenvolvimento independente do prosencéfalo e do mesencéfalo. Esta região cerebral contém também circuitos envolvidos na regulação da fome.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Demonstrámos pela primeira vez que a parte frontal do cérebro tem origem numa célula progenitora totalmente diferente da parte posterior”, explicou Kyle Loh, professor associado de Biologia do Desenvolvimento e autor sénior do estudo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir desta descoberta, os investigadores conseguiram induzir células estaminais pluripotentes humanas a desenvolverem-se em neurónios motores funcionais do rombencéfalo em laboratório. Segundo os autores, esta capacidade poderá permitir estudar de forma mais aprofundada os circuitos cerebrais envolvidos no controlo do apetite e na obesidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O rombencéfalo assume particular interesse neste contexto por incluir circuitos que regulam a fome e que estão envolvidos na ação de medicamentos utilizados no tratamento da obesidade, como a semaglutida. “Temos agora um modelo para compreender melhor estas doenças devastadoras e trabalhar no desenvolvimento de terapias regenerativas”, afirmou Rayyan Jokhai, uma das primeiras autoras do estudo.</p>
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		<title>Tratamento para a obesidade associado a sinais de envelhecimento biológico mais lento</title>
		<link>https://myobesidade.pt/atualidade/tratamento-para-a-obesidade-associado-a-sinais-de-envelhecimento-biologico-mais-lento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Alice Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Sep 2026 09:58:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um estudo publicado na revista científica Nature Communications encontrou sinais de que o tratamento utilizado no controlo da obesidade e da diabetes tipo 2 pode estar associado a um ritmo mais lento de envelhecimento biológico. Os resultados foram obtidos através da análise de alterações epigenéticas em amostras de sangue. A investigação analisou dados de adultos [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Um estudo publicado na revista científica <em>Nature Communications</em> encontrou sinais de que o tratamento utilizado no controlo da obesidade e da diabetes tipo 2 pode estar associado a um ritmo mais lento de envelhecimento biológico. Os resultados foram obtidos através da análise de alterações epigenéticas em amostras de sangue.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A investigação analisou dados de adultos com VIH e lipohipertrofia associada à infeção. Dos participantes, 45 receberam semaglutido durante 32 semanas e 39 receberam placebo. A análise da metilação do ADN permitiu avaliar alterações através de diferentes relógios epigenéticos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os resultados, o relógio DunedinPACE apontou para uma redução de cerca de 9% no ritmo de envelhecimento biológico no grupo tratado com semaglutido, face ao grupo placebo. Foram ainda identificadas alterações em marcadores associados ao envelhecimento de diferentes sistemas, incluindo cérebro, coração, fígado e rins.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os investigadores apontam que os efeitos metabólicos do tratamento, nomeadamente na redução da gordura visceral e da inflamação, poderão contribuir para estes resultados. Contudo, sublinham que os dados não permitem concluir que o tratamento abrande o envelhecimento ou aumente a longevidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com uma amostra pequena, uma população específica e apenas 32 semanas de acompanhamento, são necessários estudos maiores e mais prolongados para perceber se estas alterações epigenéticas têm impacto efetivo na saúde e no envelhecimento.</p>
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		<item>
		<title>Cafeína pode atenuar impacto da obesidade na função cerebral</title>
		<link>https://myobesidade.pt/atualidade/cafeina-pode-atenuar-impacto-da-obesidade-na-funcao-cerebral/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Alice Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Sep 2026 09:52:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um estudo desenvolvido por investigadores da NOVA Medical School e publicado na revista Pharmacological Research sugere que o consumo crónico de cafeína pode atenuar alguns dos efeitos da obesidade no cérebro, nomeadamente a inflamação cerebral e as alterações associadas à memória e à cognição. Liderada por Sílvia Conde, professora e investigadora principal da NOVA Medical [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Um estudo desenvolvido por investigadores da NOVA Medical School e publicado na revista <em>Pharmacological Research</em> sugere que o consumo crónico de cafeína pode atenuar alguns dos efeitos da obesidade no cérebro, nomeadamente a inflamação cerebral e as alterações associadas à memória e à cognição.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Liderada por Sílvia Conde, professora e investigadora principal da NOVA Medical School, a investigação avaliou, em modelo animal, os efeitos de uma dieta rica em gorduras e açúcares, que promove obesidade, resistência à insulina e intolerância à glucose. Os investigadores observaram também um agravamento do desempenho cognitivo, associado ao aumento da inflamação no hipocampo, região fundamental para a memória e a aprendizagem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste contexto, o consumo crónico de cafeína permitiu reduzir significativamente a neuroinflamação e atenuar as alterações metabólicas, com impacto positivo na função cognitiva. “Verificámos que a cafeína reduz a neuroinflamação, mas também promove a atividade neuronal no hipocampo, o que ajuda a explicar os efeitos observados na memória e cognição”, explica Sílvia Conde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Adriana Capucho, estudante de doutoramento da NOVA Medical School, os resultados podem ser comparados ao efeito de uma “equipa de limpeza e manutenção” que reduz a “poluição” provocada pela obesidade e permite ao hipocampo funcionar de forma mais eficiente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os autores sublinham que estes resultados constituem um primeiro passo e que será necessária investigação adicional para perceber se os efeitos observados em modelo animal podem ser confirmados em humanos. Ainda assim, o estudo contribui para aprofundar a relação entre obesidade, neuroinflamação e alterações cognitivas e abre novas perspetivas sobre o potencial papel da cafeína na proteção da função cerebral.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<item>
		<title>A prevenção da obesidade e a abordagem integrada nas ULS</title>
		<link>https://myobesidade.pt/entrevistas/a-prevencao-da-obesidade-e-a-abordagem-integrada-nas-uls/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Alice Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Sep 2026 09:47:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O tratamento da obesidade exige uma abordagem multidisciplinar e um diálogo aberto entre os Cuidados de Saúde Primários e Hospitalares, especialmente no contexto atual das Unidades Locais de Saúde (ULS), sublinha Paula Freitas, endocrinologista na ULS de São João. A especialista defende que a obesidade é uma doença crónica e complexa, mas que tem tratamento [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O tratamento da obesidade exige uma abordagem multidisciplinar e um diálogo aberto entre os Cuidados de Saúde Primários e Hospitalares, especialmente no contexto atual das Unidades Locais de Saúde (ULS), sublinha <strong>Paula Freitas</strong>, endocrinologista na ULS de São João. A especialista defende que a obesidade é uma doença crónica e complexa, mas que tem tratamento e deve ser encarada como tal, sendo fundamental combater o estigma e apostar na prevenção. Assista ao depoimento.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-vimeo wp-block-embed-vimeo"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="02_PAULA FREITAS" src="https://player.vimeo.com/video/1206792725?h=a01127e07e&amp;dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin"></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Paula Freitas afirma que existe um consenso crescente sobre a obesidade enquanto doença crónica, complexa e multifatorial, mas sublinha que esta tem tratamento eficaz. “Os três pilares fundamentais do tratamento são a intervenção cognitiva ou comportamental, a terapêutica farmacológica e a terapêutica cirúrgica”, que permitem hoje resultados significativos. Além da perda de peso, quando bem conduzida, a terapêutica reduz as comorbilidades associadas e melhora a qualidade de vida dos doentes.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O sucesso do tratamento passa pela identificação precoce nos Cuidados de Saúde Primários e pela implementação de modelos multidisciplinares. A especialista alerta ainda para a necessidade urgente de eliminar o estigma e o preconceito social associados à obesidade. É crucial compreender que não se trata de uma falha de comportamento ou responsabilidade individual, mas sim de uma patologia médica que exige rigor, diagnóstico e uma intervenção estruturada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No atual modelo das ULS, Paula Freitas defende que o diálogo deve ser mais aberto do que nunca, promovendo uma linguagem comum em prol do doente. Olhando para o futuro, a endocrinologista sublinha que o papel das ULS deve evoluir para um forte foco na prevenção. Este caminho implica uma atuação conjunta que extravasa as unidades de saúde, envolvendo também autarquias e outros parceiros comunitários para criar modelos de prevenção mais eficazes e abrangentes.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">As 17.ªs Jornadas Práticas de Diabetologia e Obesidade em MGF da Zona Norte decorreram em Vila Nova de Gaia.  </p>
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			</item>
		<item>
		<title>XIV Jornadas de Endocrinologia discutem diabetes e obesidade</title>
		<link>https://myobesidade.pt/agenda/xiv-jornadas-de-endocrinologia-discutem-diabetes-e-obesidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Alice Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Sep 2026 14:49:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agenda]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As XIV Jornadas de Endocrinologia da ULS Almada-Seixal realizam-se a 24 e 25 de setembro, na Academia Almadense, em Almada, com um programa dedicado a várias áreas da Endocrinologia, incluindo diabetes mellitus, obesidade, patologia tiroideia e suprarrenal, osteoporose e vitamina D. A diabetes mellitus estará em destaque logo no primeiro dia, com uma sessão dedicada [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">As XIV Jornadas de Endocrinologia da ULS Almada-Seixal realizam-se a 24 e 25 de setembro, na Academia Almadense, em Almada, com um programa dedicado a várias áreas da Endocrinologia, incluindo diabetes mellitus, obesidade, patologia tiroideia e suprarrenal, osteoporose e vitamina D.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A diabetes mellitus estará em destaque logo no primeiro dia, com uma sessão dedicada à evolução da doença, às comorbilidades e à doença renal, hepática e cardiovascular, incluindo a insuficiência cardíaca. O programa aborda ainda o rastreio e diagnóstico precoce da diabetes tipo 1 e reserva dois cursos específicos para a diabetes e a obesidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O programa inclui ainda sessões sobre gestão da terapêutica crónica, com enfoque nos glucocorticoides, testosterona e terapêuticas anti-aging, além de temas como nódulos da tiroide, hipotiroidismo e incidentaloma da suprarrenal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Saiba mais&nbsp;<a href="https://www.integratedresolutions.com/jornadas-almada">aqui</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Mais de metade dos adultos na UE tinha excesso de peso em 2025</title>
		<link>https://myobesidade.pt/atualidade/mais-de-metade-dos-adultos-na-ue-tinha-excesso-de-peso-em-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Alice Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Sep 2026 14:44:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma em cada seis pessoas com mais de 18 anos na União Europeia (UE) tinha obesidade em 2025, correspondendo a 16,3% da população adulta, segundo dados divulgados pelo Eurostat. No mesmo ano, mais de metade dos adultos (51,7%) apresentava excesso de peso. Em Portugal, a prevalência de obesidade situava-se nos 17%, ligeiramente acima da média [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Uma em cada seis pessoas com mais de 18 anos na União Europeia (UE) tinha obesidade em 2025, correspondendo a 16,3% da população adulta, segundo dados divulgados pelo <em>Eurostat</em>. No mesmo ano, mais de metade dos adultos (51,7%) apresentava excesso de peso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em Portugal, a prevalência de obesidade situava-se nos 17%, ligeiramente acima da média europeia. Malta (26,6%), Letónia (24,6%) e Finlândia (23,8%) registaram as taxas mais elevadas, enquanto Itália (7%), Grécia (12,8%) e Roménia (12,9%) apresentaram os valores mais baixos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados mostram ainda diferenças entre homens e mulheres. Na UE, a obesidade afetava 17,4% dos homens e 15,3% das mulheres, enquanto o excesso de peso abrangia 41,9% e 29,3%, respetivamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No conjunto dos 27 Estados-membros, 35,4% dos adultos apresentavam sobrepeso, definido como um índice de massa corporal (IMC) entre 25 e 30. A obesidade corresponde a um IMC igual ou superior a 30.</p>



<p class="has-small-font-size wp-block-paragraph">Fonte: Lusa</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Uso de medicamentos para a obesidade aumenta 310 vezes entre crianças nos EUA</title>
		<link>https://myobesidade.pt/atualidade/uso-de-medicamentos-para-a-obesidade-aumenta-310-vezes-entre-criancas-nos-eua/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Alice Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Sep 2026 14:25:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A prescrição de medicamentos para o tratamento da obesidade entre crianças dos 8 aos 11 anos aumentou 310 vezes nos Estados Unidos entre 2019 e 2026, revela um estudo publicado na revista Pediatrics. Apesar do crescimento expressivo, os investigadores sublinham que a utilização destes tratamentos em menores de 12 anos continua a ser reduzida em [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A prescrição de medicamentos para o tratamento da obesidade entre crianças dos 8 aos 11 anos aumentou 310 vezes nos Estados Unidos entre 2019 e 2026, revela um estudo publicado na revista <em><a href="https://publications.aap.org/pediatrics/article-abstract/doi/10.1542/peds.2026-077048/208779/Trends-in-GLP-1-Receptor-Agonist-Prescriptions-for?redirectedFrom=fulltext">Pediatrics</a></em>. Apesar do crescimento expressivo, os investigadores sublinham que a utilização destes tratamentos em menores de 12 anos continua a ser reduzida em termos absolutos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desenvolvido por investigadores da NYU Langone Health, o trabalho analisou registos eletrónicos de saúde e identificou 20 282 crianças entre os 8 e os 11 anos que receberam medicamentos GLP-1 durante o período analisado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as crianças com obesidade e sem diabetes, a proporção com prescrição de GLP-1 passou de 0,03% em 2019 para 9,3% em 2026. Apesar do aumento acentuado, os investigadores sublinham que a utilização destes medicamentos continua a representar uma pequena parcela das crianças com menos de 12 anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os resultados refletem a rápida expansão da utilização dos GLP-1 no contexto da obesidade pediátrica nos EUA e levantam questões sobre a evolução das práticas de prescrição nesta população, particularmente numa faixa etária em que a utilização destes tratamentos permanece limitada.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Colaboração multidisciplinar na obesidade e diabetes</title>
		<link>https://myobesidade.pt/entrevistas/colaboracao-multidisciplinar-na-obesidade-e-diabetes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Alice Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Sep 2026 14:19:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Davide Carvalho, presidente das 17.as Jornadas de Diabetologia e Obesidade em MGF da Zona Norte, destacou a evolução no tratamento destas patologias, impulsionada pelo surgimento de novos medicamentos eficazes que alteraram o prognóstico dos doentes. O especialista enfatizou que a partilha de conhecimentos entre diferentes especialidades é fundamental para uma abordagem integrada. Assista à entrevista. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Davide Carvalho</strong>, presidente das 17.<sup>as</sup> Jornadas de Diabetologia e Obesidade em MGF da Zona Norte, destacou a evolução no tratamento destas patologias, impulsionada pelo surgimento de novos medicamentos eficazes que alteraram o prognóstico dos doentes. O especialista enfatizou que a partilha de conhecimentos entre diferentes especialidades é fundamental para uma abordagem integrada. Assista à entrevista.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-vimeo wp-block-embed-vimeo"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="03_DAVIDE CARVALHO" src="https://player.vimeo.com/video/1206792726?dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin"></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Davide Carvalho sublinhou que, ao longo das últimas duas décadas, as Jornadas têm sido um espaço para a introdução de novas ferramentas terapêuticas. O especialista salientou que, ao contrário de anos anteriores em que as opções eram quase inexistentes, existem hoje medicamentos eficazes que não só tratam as complicações da diabetes, mas também combatem a obesidade, alterando de forma muito positiva o prognóstico destes doentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além da componente clínica, o médico realçou o “clima de diálogo” que caracteriza estas Jornadas, fundamental para aproximar a relação dos médicos de Medicina Geral e Familiar (MGF), os endocrinologistas e os profissionais de Saúde Pública. Esta proximidade é vital, pois facilita a comunicação direta, permitindo que os especialistas compreendam melhor as dificuldades sentidas e possam oferecer o apoio necessário aos colegas da MGF.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dada a dimensão da prevalência destas doenças, com cerca de um milhão de diabéticos e um número ainda maior de pessoas com obesidade, o tratamento não pode ser uma responsabilidade exclusiva dos endocrinologistas. Davide Carvalho concluiu que os médicos de MGF têm um papel central no acompanhamento dos doentes, defendendo que os melhores resultados só são alcançados através de uma abordagem multidisciplinar e integrada, que inclua enfermeiros, nutricionistas e podólogos a trabalhar em equipa.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>O diagnóstico da obesidade e o fim do estigma médico</title>
		<link>https://myobesidade.pt/entrevistas/o-diagnostico-da-obesidade-e-o-fim-do-estigma-medico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Alice Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 15:02:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Rita Nortadas, médica assistente da Associação Protetora dos Diabéticos de Portugal (APDP), defende que a obesidade é uma doença crónica que exige diagnóstico atempado, especialmente na Medicina Geral e Familiar (MGF). Em entrevista, alerta que o atraso no tratamento pode agravar as comorbilidades e reduzir a qualidade de vida do doente. Assista à entrevista. A [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>Rita Nortadas</strong>, médica assistente da Associação Protetora dos Diabéticos de Portugal (APDP), defende que a obesidade é uma doença crónica que exige diagnóstico atempado, especialmente na Medicina Geral e Familiar (MGF). Em entrevista, alerta que o atraso no tratamento pode agravar as comorbilidades e reduzir a qualidade de vida do doente. Assista à entrevista.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-vimeo wp-block-embed-vimeo"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="02_06_RITA NORTADAS" src="https://player.vimeo.com/video/1197405645?dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin"></iframe>
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<p class="wp-block-paragraph">A profissional de saúde criticou o estigma existente na classe médica, onde a obesidade é frequentemente ignorada ou associada de forma simplista ao comportamento.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Rita Nortadas reforçou que a ciência demonstrou que, “tal como a asma ou insuficiência cardíaca”, a obesidade não é exceção e tem mecanismos fisiopatológicos de base, devendo ser encarada com o mesmo rigor de qualquer outra doença crónica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste contexto, a médica assistente da APDP sublinhou que, ao falhar o diagnóstico da obesidade, que é a causa subjacente de muitas outras patologias observadas na consulta, como hipertensão, dislipidemia e insuficiência renal e cardíaca, perde-se a oportunidade de tratamento precoce e, consequentemente, permite-se que a carga da doença deteriore a qualidade de vida do doente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O grande desafio, perante este cenário, é superar as barreiras, como o tempo de consulta limitado e o estigma associado à doença. O objetivo é trazer o tema “à conversa” e garantir que o diagnóstico seja realizado com a atenção e rigor dedicados às restantes doenças crónicas, evitando que a obesidade passe despercebida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esta entrevista decorreu no âmbito do Dia Nacional da Luta contra a Obesidade.</p>
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		<title>Cheque-nutricionista passa a abranger jovens dos 12 aos 35 anos</title>
		<link>https://myobesidade.pt/atualidade/cheque-nutricionista-passa-a-abranger-jovens-dos-12-aos-35-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Alice Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 14:52:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Ordem dos Nutricionistas assinou um novo protocolo com o Instituto Português do Desporto e Juventude (IPDJ) e com a Agência para a Reforma Tecnológica do Estado (ARTE), que renova e alarga a medida cheque-nutricionista. O programa passa a abranger todos os jovens entre os 12 e os 35 anos, deixa de ter um limite [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A Ordem dos Nutricionistas assinou um novo protocolo com o Instituto Português do Desporto e Juventude (IPDJ) e com a Agência para a Reforma Tecnológica do Estado (ARTE), que renova e alarga a medida cheque-nutricionista. O programa passa a abranger todos os jovens entre os 12 e os 35 anos, deixa de ter um limite máximo de consultas por utilizador e passa também a permitir a realização de consultas à distância.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A continuidade do acompanhamento passa a depender da avaliação do nutricionista, enquanto o valor pago aos prestadores aumenta de 35 para 40 euros por consulta, sendo os pagamentos geridos pelo IPDJ.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A renovação desta medida pelo Governo mostra-se verdadeiramente relevante nas políticas públicas de promoção da saúde, ao garantir o acesso gratuito a consultas de nutrição a cada vez mais jovens. Esta medida é fundamental para tornar os cuidados de nutrição mais acessíveis, mais próximos e mais equitativos. É com grande satisfação que vemos o cheque-nutricionista ganhar ainda mais importância, pois investir nos jovens é investir no futuro do nosso país&#8221;, afirma Liliana Sousa, bastonária da Ordem dos Nutricionistas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a Ordem dos Nutricionistas, no ano letivo de 2024/2025, a iniciativa contou com a participação de 756 estabelecimentos e 498 nutricionistas, com maior incidência nos grandes centros urbanos do país.</p>
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